Plano de Saúde Metabólico: Reprogramar, não apenas emagrecer.

Plano de Saúde Metabólico,
o que é?

O Plano Metabólico do CIM vai além de um programa de emagrecimento. É uma reprogramação metabólica completa, baseada na avaliação clínica multidimensional de cada paciente, com acompanhamento clínico contínuo do primeiro ao último dia. Além da eliminação de peso, rejuvenece o corpo e retarda o processo de envelhecimento.

Uma abordagem inovadora e integrada do tratamento clínico da obesidade que tem por base o Método CIM e intervenções proprietárias como a Cirurgia Metabólico de Porta Única: técnica metabólica minimamente invasiva desenvolvida no CIM, realizada através de um único acesso cirúrgico.

estética; cosmetica

Sair dos extremos: nem castigo, nem desistência

Durante anos, a cultura privilegiou a magreza extrema como ideal. Hoje não estamos melhor: soluções abusivas reforçam modelos pouco saudáveis. Mas o excesso de peso e o sedentarismo são prejudiciais — a obesidade diminui a esperança de vida e a longevidade é um problema de saúde pública mundial.

 

Muitas pessoas vivem, assim, entre extremos: entre o castigo do corpo para uma forma fora do seu normal ou a desmotivação que advém dos muitos insucessos na tentativa de sair dos limites da obesidade.

Muito mais do que uma questão de peso

As questões relacionadas com a regulação do peso são muito mais que ‘meras questões de peso’. Além dos problemas colaterais de saúde (como a diabetes, hipertensão, apneia do sono, infertilidade, problemas nos ossos, nos musculos e nas articulações), afectam a auto estima, a segurança, a mobilidade. Mas não tem de ser assim: o reset da disfunção metabólica pode ser a porta de entrada para a perda do excesso sendo, em última análise, o início do caminho para algo muito mais importante: a melhoria da longevidade.

O Plano Metabólico do CIM é um plano sustentado na ciência e com resultados comprovados, o que faz com que seja apresentado todos os anos na Universidade de Harvard (EUA), como um dos case-studies relevantes nesta área. É possível descobrir*, em si, o código da vida que que lhe permitirá viver com mais leveza e mais qualidade, por mais tempo.

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O Plano Metabólico não parte de uma dieta igual para todos nem olha apenas para o número na balança.

 

O primeiro objetivo é compreender porque é que o seu organismo pode estar a dificultar a perda de peso ou a manutenção dos resultados. Para isso, são avaliados diferentes fatores clínicos e metabólicos, composição corporal, hábitos, estilo de vida e outros elementos relevantes para cada pessoa.

 

A partir dessa informação, é definida uma estratégia personalizada, acompanhada ao longo do tempo e ajustada à resposta individual.

O objetivo não é apenas perder peso, é eliminá-lo, melhorando a saúde metabólica e criar condições para que os resultados possam ser mais sustentáveis.

Ter saúde metabólica significa que o organismo consegue gerir adequadamente processos fundamentais como a utilização da glicose, a ação da insulina, o metabolismo das gorduras e a produção e utilização de energia.

 

O peso é apenas o reflexo destas alterações e, por isso, uma parte desta avaliação. É possível ter alterações metabólicas mesmo sem obesidade, assim como duas pessoas com o mesmo peso podem apresentar perfis metabólicos muito diferentes.

 

Por isso, no CIM avaliamos diferentes indicadores e o contexto clínico de cada pessoa para construir uma visão mais completa da sua saúde metabólica.

A cirurgia metabólica pode ser considerada no tratamento da obesidade e de determinadas doenças metabólicas quando existe indicação clínica e após uma avaliação individual e multidisciplinar.

 

A decisão não depende apenas do peso ou do índice de massa corporal. Devem ser considerados o estado de saúde, o histórico clínico, os tratamentos anteriores, as doenças associadas, os objetivos e a relação entre benefício e risco para cada pessoa.

 

Sempre que exista indicação para esta abordagem, a recomendação deve resultar de uma avaliação médica completa e de uma decisão partilhada com o doente.

A terapêutica farmacológica com agonistas do recetor GLP-1, canetas injetáveis, pode ser considerada no tratamento da obesidade e de determinadas doenças metabólicas quando existe indicação clínica e após uma avaliação médica individualizada.

 

A decisão não depende apenas do peso ou do índice de massa corporal (IMC).

 

Devem ser considerados o estado de saúde, o histórico clínico, a evolução do peso, os tratamentos anteriores, as doenças associadas, a medicação concomitante, os objetivos terapêuticos, as contraindicações e a relação entre benefício e risco para cada pessoa.

 

Sempre que exista indicação para esta abordagem, a escolha do medicamento, da dose e da duração do tratamento deve resultar de uma avaliação médica completa, com acompanhamento regular da eficácia, tolerabilidade e segurança, e de uma decisão partilhada com o doente.

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